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sábado, 11 de agosto de 2012

No precipício...

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                                                     Hellooooo dreamers!! Como vai a vida??
Trazendo aquii mais um textinho feito por mim,pra vocês ^^ E,consequentemente,é mais uma inspiração que a minha cabeça mirabolante teve,e garanto que vale a pena ficar aqui no blog mais um poquinho do seu tempo lendo. O texto se chama "No precipício",e pode ajudar você,ou te inspirar também. Não sou de fazer textos "dramáticos",mas o de hoje chega perto disso (um pouquinho...mesmo assim LEIA!) Kkk'. Vamos ler?:
                                        No precipício...    
Estava frio. Não havia luzes,por isso não fazia ideia se era de dia ou se era de noite. Não fazia ideia em que época do ano estávamos. Não fazia ideia de onde foram parar minha irmã,meus pais,minha caderneta e minha jaqueta. Não faço ideia do porquê estou aqui, nem onde estou. E isso tudo porque me permiti pensar que meu sonhos haviam se pertido. Era sábado....
   Eu estava pronta para mais um dia. Nem completamente pronta,talvez. Minha família toda iria passear na casa de minha tia Anna - uma casa explêndida,que prende minha atenção. Mas,sei lá... tinha algo em mim que não estava "no clima". E,por meio segundo,me permiti pensar: "Meus sonhos estão perdidos". Acho que pensei isso porque achei que algo daria errado naquele dia. Que algo não seria bom,ou que talvez a casa da minha tia não me agradace quando eu chegasse. E agora estou aqui. Sentada,no meio do escuro,no precipício....
   Não falo,mas quero gritar. Não ouço,mas tento procurar um som. Não abro os olhos,quando quero abri-los. Não choro quando o próprio choro está subindo pela minha garganta. Não me levanto,mas quero sair dali. Não sei onde estou mas queria fazer ideia. Quero acabar comigo mesma quando quero sobreviver. O frio já não importa. A tristeza não me ajuda. Isso tudo agora é fato: estou no precipício. Mas parte de mim sabe que vai acabar. Parte de mim sente que eu não passarei o resto da minha vida em um quarto tão escuro assim. Se é que realmente É um quarto. A deseperança percorre-me as veias. Os gritos do medo me inforcam a garganta. E quando penso: "Meus sonhos não estão perdidos",quando deveriam de estar,um puchão abre-me os olhos e acordo,assustada na cama,de um pesadelo horrível. Aprendi com isso,que nunca devo NÃO acreditar. Não vou estar no precipício,se eu pensar que não. Mas,o mais importante = a fé. E acho que este é o ponto.    

 E aí,gostaram?? Ás vezes,pensamos tão fortemente em algo que acreditamos nele. Mas,e se esse algo for ruim,você estará no precipício,como a personagem? Não.Erga a cabeça. Acredite. Tenha fé! E pense positivamente.Sempre.
       Miiil beijoss e sonhos!! Até a próxima...
                                                                                                                                                                                    

terça-feira, 31 de julho de 2012

Dificuldades na "Amizade"

                                                                Helloooo friends!!
Sei que andei um pouquinho sumida,mas (acho que ainda não comentei com vocês) é que estou bem aterefada aqui em casa e ainda tenho outro blog para sustentar (Vistem ele ----> aqui.). Mudando de assunto,pulem para o post de hoje: Me senti inspirada para escrever um texto. Me imaginei numa situação,em que eu tivesse uma melhor Amiga,e ela de repente mudassse completamente. Assim,eu começaria a ter Dificuldades nesta nova "Amizade". Espero que gostem :)


                                          Dificuldades na "Amizade"  
Ela ficou estranha semana passada. Samantha não atendia mais minhas ligações. Não entrou no blog dela mais,nem no MSN,nem no Facebook. Pra falar a verdade,acho que ela mudou todas as suas redes sociais. Cheguei a vê-la sair de casa com os pais e um garoto para o qual não tenho nome. Mas,nem se quer olhou na minha direção ou acenou. Eu fiz o mesmo.
 Conheci Samantha Travels no meu primeiro dia de aula,aos 10 anos,na escola de minha nova cidade. Ela era super simpática,honesta e gentil,e tampou um grande buraco solitário da minha pequena vida. Me acompanhava o tempo todo,me ajudava,me distraía,me fazia rir. Me mostrou coisas que eu não conhecia e eu também mostrei coisas a ela,que ela nunca tinha visto. Era mais agitada que eu,porém gostava praticamente das mesmas coisas,a não ser pelas festas agitadas= as quais eu odeio e ela adora. Mesmo assim,nunca deixou de ser minha amiga,até agora. Já estou nos meus 17 anos,e ela também. Antes da Quinta-feira passada,ela ERA minha amiga. E já que eu usei o verbo no pretérito perfeito,já deve-se concluir que não é mais. Por quê? Ela mudou completamente. Como eu já disse: mudou de redes sociais e não atende meus telefonemas. Não olha na minha cara na escola,e não fala comigo. Não se senta mais perto de mim. Está com um charme patético de patricinha e o garoto que vi com ela parece ser o namorado.  Eu poderia deixar isso tudo de lado,mas o buraco que eu tinha,voltou a se abrir. Eu não tinha mais nenhuma amiga pra conversar.
      Certo dia,eu estava  indo para o refeitório da escola,me sentando sozinha,novamente. Reparei Samantha indo sentar com seus novos amigos. Ela me lançou um olhar.  O primeiro desde este tempo todo. Olhei somente por cima dos olhos mas percebi que ela me olhava com desdém. Abri minha garrafa de Coca-Cola,e joguei metade do líquido pra dentro,com raiva. A vontade que eu tinha,era de cuspir tudo na cara dela. E fiquei imprescionada que meu sub-cosciente me levasse a pensar isso. Ela cochichou com uma garota loira e baixinha do lado dela. A garota olhou de rabo de olho pra mim,e devolveu outro cochicho. Já estava me dando aos nervos. O que ela queria,a final??
       O sino tocou e eu sai da mesa. Na minha raiva,esbarrei em três meninas e em dois meninos,quando passava. Pedi desculpas,mas acho que elas não foram agradáveis. Eu não estava aliviada em sair dali,estava mais nervosa ainda. Porque Samantha e seu grupinho estariam na aula seguinte = Biologia. Só de pensar que ela estaria naquela sala,arrepiei minha nuca: coisa que nunca fiz,mesmo este tempo todo estudando na sala dela. Prometi a mim mesma que iria me controlar e não diria uma palavra a eles. Mas,conseguiria?
        Entrei em sala e ela estava lá. Como imaginei,disparou outros olhares para mim,assim como a loirinha que ela havia cochichado. O professor demoraria a entrar,então fui para o meu lugar (um pouco loge delas,comparando distâncias) e fingi que não as via. Mas podia sentir seus olhares idiotas por cima de mim.
   Não pude deixar de reparar que a loirinha se levantou e estava vindo na minha direção. Abaixei meus livros,as mãos fechadas. Eu estava preparada para qualquer gracinha que ela viesse fazer.
       _ Am... Oi. - disse a praticinha irritante,se sentando numa mesa vaga,perto de mim. Eu só a olhei. - O meu nome é Pâmela,acho que não me conhece. Am.... Samantha pediu para lhe perguntar uma coisinha.
      _ Se ela quer me perguntar,por quê não vem ela mesma? - soltei essa,me arrependendo depois. Eu havia prometido que ia me controlar. Pâmela deu uma virada para Samantha que olhava para nós pelo canto do olho. Dpois voltou-se para mim:
       _ Acho que ela não vem. Bom,ela quer perguntar por quê você não fala mais com ela. E está te dando uma chance de entrar pro grupo - falou a chatonilda melancólica. Desta vez eu pirei. Como é??? Ela queria saber porque EU não estava falando?? Mas era ELA a culpada. E é claro que eu não ia entrar pro seu grupo idiota de filhinhos de papai. Por acaso ela estava louca??? Pensei nisso num raio de 20 segundos, enquanto a loirinha esperava ansiosa pela resposta. Respirei fundo,antes que me levantasse e desse uma surra na cara da Samantha. Mas segurei:
        _ Diga a ela que vigarista morre sozinho. Estou muito bem,obrigada. Não quero conversas mais com nenhum grupo nem chacota. E,acho melhor que volte ao seu lugar,porque o professor acabou de chegar. Não sou eu quem irá levar advertência. - gastei toda a minha saliva nisso. Pâmela levantou sem graça,com o rosto surpreso. Nem quis imaginar o que ela estaria pensando agora. A aula passou rápida,e logo eu já estava voltando pra casa. Percebi que o buraco que eu tinha de solidão havia sumido. Não precisava mais dela - nem de ninguém. Faria uma amizade nova,em breve. Mas não preciso mais esperar por Samantha. Não dependo dela,nem de ninguém. Jamais.


E aí,gostaram?? Kkkk' - ficou bem grandinho esse texto né? Depois me contem nos comentários. Acabo por aqui.... Até a próxima!!! Miil beijos - Bye,bye...
                                                                                                                          
Cute Bunny Holding Heart